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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31
Ago13

Olham para mim pelos óculos


O Informador

Não sei se é, e isto pode mostrar uma atitude de vaidade, mas desde que mudei de óculos que sinto que as pessoas olham mais para mim, o que me intimida um pouco quando o olhar parece feroz e sem necessidade de existir!

2013-06-07

Gostaria de ter uma verdadeira opinião... Ao olharem para esta imagem e se passassem por mim na rua, os meus óculos poderiam atrair o vosso olhar até mim?

Não gosto de dar nas vistas, no entanto adoro os meus óculos e não irei mudar tão cedo porque me sinto bem com eles. Mas existem olhares que me intimidam!

31
Ago13

Sapatos para a roupa casual


O Informador

SapatosDepois de ter comprado a Roupa casual para o casamento a que irei a meio de Setembro pela praia de Tróia, agora chegou a vez de completar o visual com os sapatos. Sim, finalmente e praticamente um mês depois de ter comprado a roupa, lá encontrei os sapatos que me piscaram o olho e a um bom preço.

Foi na Seaside, loja onde não costumo comprar mas que me conquistou desta vez com estes sapatos de pele entre o azul e o cinzento, que me deixei levar através de 29,95€ por este par de sapatos com algumas ramificações e que me parecem combinar com as calças, casaco e tshirt que já tinha escolhido para o casório.

Bem, que chegue o dia do enlace com cheiro a Verão porque eu já estou praticamente pronto! Praticamente, porque tal como acontece com as noivas, existem sempre pormenores de última hora para serem resolvidos.

30
Ago13

E lá verti o café


O Informador

Eu sou um poço de acontecimentos inesperados e sou tão irresistível que até o café se atira a mim de uma forma capaz de me colocar envergonhado.

Então não é que de manhã, ao ir até ao café onde costumo passar uns bons minutos a colocar os assuntos da internet em dia e a ler um pouco antes de ir trabalhar, baralhei de tal forma as mãos que quando dei por mim já estava a dar uma chapada na chávena que se atirou para a mesa como se não houvesse amanhã? Com a chávena deitada na mesa, onde foi parar o café? Pois bem, às minhas calças! Comecei bem o dia, pois então!

Como se já não bastasse quando olhei para a frente estava uma conhecida que ainda me disse alguma coisa, mas como eu fiquei tão danado nem percebi as palavras que me foram dirigidas. Que vergonha!

Conclusão, umas calças com duas enormes nódoas, um novo café na mesa e o retomar da leitura porque o dia ainda estava a começar.

30
Ago13

Pimba até nas unhas


O Informador

Quando vi uma jovem mulher com as unhas da mão pintadas de várias cores não queria acreditar porque o meu primeiro pensamento foi... Já não bastava ter todo um visual pimba e ainda estica isso às unhas! Que coisa feia mulherio!

Será que as pessoas não têm noção do ridículo quando se preparam para sair de casa? Ter uma unha de cada cor e ainda por cima com os florescentes em grande destaque é mesmo para quê? É que aquilo não bate a bota com a perdigota e se aquela moça quer ser reconhecida socialmente e ter talvez um emprego decente isso não deverá acontecer com aquelas unhas coloridas e chamativas e também com o seu visual onde do cabelo mascado à roupa de lycra nada fica bem num conjunto imperfeito por vontade própria e sem o mínimo de bom gosto.

Aquelas unhas em tom amarelo, verde, laranja, e sei lá mais que cores, faiscaram-me de tal modo os olhos que me chocaram por ver o cúmulo da pimbalhada à minha frente, ao vivo e sem cortes. Que coisa feia!

29
Ago13

Emprestar livros


O Informador

Emprestar livros não é a mesma coisa que emprestar um CD ou uma peça de roupa! Para mim os livros são preciosos e só em raras excepções empresto algum que já tenha lido porque se os gosto de ler deixando-os em boas condições, quando deixo alguém tocar-lhes para também saberem a sua história, o regresso não acontece da mesma forma. 

Desde cedo e a partir do momento em que emprestei os primeiros livros que percebi que não voltavam da mesma maneira como tinham ido e aí comecei a ganhar uma certa protecção para com as páginas literárias que me fazem companhia ao longo de horas e horas. A partir do momento em que percebi que gosto de manter os livros como novos e que nem todos são como eu, comecei a evitar e afirmo mesmo a quem me pede que não gosto de emprestar livros, sendo isto um dos poucos exemplos que me faz comichão se tiver mesmo de acontecer.

Um pormenor, tal como não gosto de emprestar, também não gosto de ler livros de ninguém ou alugados. Se estiveres com ideias de me pedir algum objeto literário emprestado tira isso da ideia porque vais levar uma tampa e também não te irei pedir nenhum porque as palavras dos livros que não me pertencem não se absorvem em mim como deveria acontecer.

Os empréstimos literários não funcionam comigo!

29
Ago13

Bebés aprendem palavras ainda na barriga


O Informador

Os futuros pais que andam por aí que se ponham finos se querem ter uma criança que não diga asneiras e não comece assim que diga as primeiras palavras a mandar tudo e todos para o outro lado. É que o novo estudo afirma que ainda na barriga, os bebés aprendem as palavras e depois assim que nascem retêm-nas para mais tarde as colocarem em prática.

Parece que as crianças absorvem as palavras que ouvem mais vezes enquanto estão na barriga da mãe, isto segundo um novo estudo da Universidade de Helsínquia, da Suécia. Pronto, é só na última fase que têm de ter um maior cuidado com o que dizem, mas é necessário estarem em alerta não vá o pequeno rebento reconhecer o que não deve e depois reagir a essas palavras feias.

Meninos que estão à espera para serem pais pelos próximos meses, atenção com o que andam a dizer pelas redondezas da barriga porque não quero ter um sobrinho emprestado a saber dizer o que não deve.

Já agora, podem saber mais sobre este estudo na notícia do TVI24.

28
Ago13

Prémio do passatempo Aviões


O Informador

AviõesE já chegou o meu kit do filme Aviões que venci num passatempo de um site cultural. O prémio é um pouco acriançado e irei dar parte do mesmo, mas o necessaire ficará para mim, ah pois é!

A tshirt e o boné serão para oferecer porque além de não me servirem não ficam a fazer nada aqui por casa, agora a bolsa de viagem ficarei com ela. É que por ter o desenho do novo filme da Disney por fora isso não quer dizer que não o possa levar de viagem para onde vá. O necessaire vai dentro de uma mala ou saco de viagem, ninguém o vê, e com todas as suas áreas e bolsas extra, faz imenso jeito.

É bom entrar no mundo imaginário das criações animadas e agora cada vez que for de viagem lá vou levar a minha bolsa com os acessórios de higiene com as asas dos Aviões como grande destaque. O que vale é que ninguém a vê e assim fica a lembrança da vitória de um passatempo. Sim porque não gosto só de oferecer algo aos outros, também gosto de receber!

28
Ago13

Posso não sorrir de manhã?!


O Informador

Os outros que andam por aí e que se cruzam comigo diariamente sem me conhecerem como a minha família e amigos acham que eu sou a boa disposição em pessoa e que estou sempre numa boa com tudo e com todos. Será mesmo possível que quando não lhes digo um bom dia alegre me venham perguntar o que tenho? Hello, eu não tenho nada, só não me apetece andar sempre todo contente para vos alegrar, está percebido?

Já chega de disfarces matinas... Se os meus primeiros minutos do dia são custosos, porque que tenho de disfarçar para com as pessoas com quem tenho de trabalhar todos os dias? Se me apetecer dar os bons dias alegres e contente dou, se preferir dar aquele bom dia sussurrado como me fazem têm que o aceitar. A mim cumprimentam-me de manhã como se estivessem mal dispostos e com vontade de matar alguém, depois quando faço uma vez por outra algo do género já ficam todos a perguntar o que tenho e a dizerem que não estou bem. Rrrrrrr

Eu sou um humano, tenho sentimentos e também tenho birras como todos os seres que andam por aí. Não tenho que andar sempre sorridente só porque sim e para não me perguntarem o que se passa, ou tenho? De manhã não me façam perguntas e aceitem os meus bons dias da melhor maneira possível. Não é possível dar esse bom dia aos pulos e a cantar? Temos pena!

27
Ago13

Sobra sempre para mim!


O Informador

Sou solteiro e não tenho filhos... Isso faz com que no trabalho achem que sou mais desocupado que os outros e que quando é preciso trocar de horário eu sou sempre a primeira opção das pessoas para o peditório acontecer?

Não me importo de trocar quando não tenho nada combinado para as horas em questão, mas quando vejo que existem duas opções e sou sempre a linha da frente por acharem que sou mais livre que os outros é um pouco demais não?

Primeiro acham que não preciso de dinheiro como eles porque ainda vivo com os meus pais e não tenho tanta despesa, depois acham que não tenho a vida tão preenchida como eles porque não tenho filhos para ir buscar à escola e ainda ter os cuidados necessários para com eles. Atenção, eu sou gente e também tenho as minhas prioridades, tá?

Tantas questões que fui colocando neste texto, mas é que me irrito por ser tão bonzinho e trocar sempre de horário com os outros quando me pedem e o pior é que eu raramente peço alterações a meu favor! Abre a pestana!

27
Ago13

Poupança alentejana


O Informador

O país é o mesmo e a economia segue tal exemplo, no entanto mudando de zona as coisas mudam de preço de forma vertiginosa. Como se explica que uma ida a um complexo de piscinas municipais tenha um preço tão diferente entre a região de Lisboa e o Alentejo?

Pois é, por Lisboa é quase impossível ir a umas piscinas geridas por uma Câmara Municipal onde não se pague cinco euros. Já no que toca à zona alentejana, poder ir dar umas braçadas a uma piscina pode ficar por um simples euro. Que diferença é esta quando se fala de um local público que contribue para o orçamento camarário, existindo o mesmo tipo de despesas de local para local?

É por estas e por outras que as coisas não funcionam no nosso país. Se no Alentejo tudo se torna mais barato e ainda existe retorno, por que razão nas zonas mais populacionais se tendem a esticar os preços até o público alvo sentir que tem de fazer outras opções e fugir dos locais pagos?!

26
Ago13

Vou ler O Vendedor de Histórias


O Informador

O Vendedor de HistóriasO mês passado encomendei através do site da Fnac o livro O Vendedor de Histórias da autoria de Jostein Gaarder, o criador do fantástico O Mundo de Sofia, o primeiro livro adulto que li aos meus quinze anos. Agora regresso a este autor depois de já ter passado também pelo seu A Rapariga das Laranjas.

Já passaram dez anos deste que conheci, e bem, a escrita de Jostein Gaarder e agora acontece um regresso à sua obra que me deixou marcas através do seu grande romance filosófico que é O Mundo de Sofia.

O que espero de O Vendedor de Histórias? Uma grande, embora pequena em número de páginas, narrativa que comenta o facto dos sonhadores da escrita que anseiam ter uma obra literária publicada por vezes recorrerem a outras pessoas com ideias palpitantes. Será que o Peter que é retratado neste livro existe mesmo? A mim parece-me que muitos dos conhecidos autores mundiais não têm assim tanta imaginação como aparentam existindo assim vários Peters por detrás de alguns sucessos literários.

Por agora tenho encontro marcado com O Vendedor de Histórias... Até já!

Sinopse: Os mais de vinte e cinco milhões de leitores que contribuíram para o estrondoso sucesso de O Mundo de Sofia, assinado por Jostein Gaarder preparem-se para um grande romance. O Vendedor de Histórias é uma viagem apaixonante ao mundo dos que aspiram uma carreira literária sem terem capacidade para serem bem sucedidos. A falta de criatividade leva-os a Petter, conhecido como "A Aranha", que dotado de uma imaginação ilimitada escreve por eles a história que tanto anseiam. Ideias geniais “emprestadas” a outros que lhe permitiam viver de um negócio lucrativo durante muitos anos. O que Petter desconhece é que a sua escrita se tornou num ícone e que a sua verdadeira identidade irá ser descoberta na Feira Internacional de Literatura Infantil e Juvenil de Bolonha. A sua vida ficará em perigo, ameaçada por escritores sem inspiração que vivem falsas carreiras literárias.

26
Ago13

A Gaiola Dourada


O Informador

http://www.youtube.com/watch?v=SuZ9_9wvyt8

O José e a Maria são os grandes centrais do filme A Gaiola Dourada que tão bem vi e que me mostrou que em Portugal também se sabe fazer bom cinema, embora esta produção seja luso francesa, o bom desempenho de toda a equipa está lá e mostra os bons profissionais que os dois países dispõem. 

O casal de emigrantes que vive em Paris com os dois filhos transportam-nos para a realidade portuguesa onde os costumes e os hábitos se cruzam com o bem parecer e servir. Com duas personagens excelentemente interpretadas por Rita Blanco e Joaquim de Almeida, em A Gaiola Dourada vamos de encontro a dois profissionais que estão sempre disponíveis para tratarem dos outros, nem que para isso as suas vidas sejam colocadas de lado, em detrimento da boa vontade que já é uma característica bem vincada do povo português.

Os costumes, as tradições, os pensamentos e a falta de coragem quando se recebem notícias capazes de mudar o resto da vida convocam a lembrança de quem sempre viveu do trabalho e poderá deixar tudo para trás. Seguir o seu caminho sem pensar que tem de servir quem usa e abusa da bondade dos que se deixam pisar a pensarem que são insubstituíveis é uma das questões de quem sempre luta pelo bem da sociedade.

Com A Gaiola Dourada chorei com a Rita Blanco, ri com a Maria Vieira e pensei com Joaquim de Almeida sobre os ideias do mundo que cada um tem e que são bem diferentes das representações que os outros fazem de nós.

A questão entre ficar com a vida mundana e rotineira cheia de trabalho ou partir a pensar em si e nos seus dá trabalho, mas quem não arrisca não petisca e através desta dourada gaiola percebe-se que nunca é tarde para ser livre e lutar pelos sonhos individuais e familiares.

Este é um bom filme português com certeza que tem merecido todo o sucesso e reconhecimento do público! Nunca é tarde para recomeçar a viver livremente!

A Gaiola Dourada

A Gaiola Dourada 2

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