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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

Ups! Já foste!

04.07.15Publicado por O Informador

Atende o telefone.png

Uma nova publicidade Vodafone está a percorrer as redes sociais e eis que existe sempre algum momento das nossas vidas em que situações do género desta nova ideia de marketing da operadora aconteceram.

«Se a minha mãe ligar, diz que estou contigo mas que não posso atender agora. Se ela sabe que vim...» e não é que foi mesmo a mãe que recebeu a sms e ainda lhe exigiu com o «atende o telefone....»?

Ah pois é, todos já passamos por situações semelhantes a esta em que uma mensagem foi enviada para a pessoa que menos poderia saber de tais informações! Ossos do ofício!

Prémios também para mim!

04.07.15Publicado por O Informador

Não sou esse tipo de miúda.JPG

Em plenas férias e após ter comprado o jornal i liguei para um passatempo através do famoso número 760 e na primeira chamada fiquei logo apurado como um dos vencedores dos livros que andam na moda entre as bloggers nacionais, o Não Sou Esse Tipo de Miúda. Sim eu sei que este é um dos muitos livros dedicados inteiramente ao universo feminino, no entanto nós homens também não podemos ser felizes com tal leitura onde o vosso problemático universo é retratado? Pois, parece-me bem que este «manual» é livre para todos e mais algum, sendo então ganho através de um passatempo ainda melhor!

Como se já não estivesse contente e mesmo antes de ter recebido este livro, eis que na passada Quinta-feira participo em outro passatempo do jornal i e desta vez fiz três chamadas até ser o eleito. Fiz uma e recebi o aviso que faltavam duas para ser o vencedor, fiz logo a segunda chamada e consequentemente a terceira que me atribuiu o livro Tempo de Partir, também da Editorial Presença. Se tivesse mais que quatro chamadas para fazer até conseguir ganhar esquecia o assunto porque poupar o saldo do telemóvel também é bonito, mas assim foram somente três chamadas e um livro virá a caminho pelos próximos dias.

Fim de cartão

03.07.15Publicado por O Informador

Anda uma pessoa a criar um cartão de pontos da Galp para de um momento para o outro num posto de combustível perceber que a relíquia dos prémios vai terminar e é necessário trocar a acumulação por algo em poucas semanas.

Isto não é fácil de digerir! Ando desde que tenho carta de condução a acumular pontos e mais pontos para depois ser avisado numa caixa de bomba de combustível que o cartão já não é válido e que terei até ao final de Agosto para me desfazer dos pontos até então adquiridos.

Entrada livre em Museus e Monumentos

03.07.15Publicado por O Informador

Sabias que os Museus e Monumentos da nossa capital no primeiro Domingo de cada mês estão com entrada livre? Ah pois é, não sabias e agora já estás a repensar os planos que tinhas para o fim-de-semana que se aproxima, não é?

Podes ficar a saber mais informações sobre a iniciativa pelas páginas que se seguem...

Casa-Museu Dr. Anastácio Gonçalves

Museu de Arte Popular

Museu do Chiado - Museu Nacional de Arte Contemporânea

Museu da Música

Museu Nacional de Arqueologia

Museu Nacional de Arte Antiga

Museu Nacional do Azulejo

Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional de Etnologia

Museu Nacional do Teatro

Museu Nacional do Traje

Palácio Nacional da Ajuda

Mosteiro de Jerónimos

Panteão Nacional

Torre de Belém

Touradas cruéis

02.07.15Publicado por O Informador

Na sala os meus pais insistem em continuar a ver touradas e mais touradas como se aquele espetáculo degradante tivesse bons momentos para aplaudir.

Enfim, nem sempre os gostos familiares são passados de geração em geração. Embora em criança tenha adorado o mundo tauromáquico, hoje abomino completamente e continuo sem perceber quem defende esta prática matadora de animais indefesos num completo show da vida sanguinária ao vivo. 

Vejam as farpas a serem espetadas num touro e imaginem que é em vós, público que venera uma arte histórica tão miserável, que tal crueldade é imposta!

Durmo sentado

02.07.15Publicado por O Informador

Neste preciso momento sinto-me a dormir sentado! Estou à secretária, com o computador ligado à minha frente, a televisão atrás e com o som no volume normal e mesmo assim parece que estou nem aí para tudo o que está à minha volta!

Não sei o que escrever, o que pensar, que série ver, se é que me apetece ver alguma coisa... Estou em estado dorminhoco há alguns minutos e com plena percepção disso!

O que deverei fazer para não me deitar já?

Roupa de baú

02.07.15Publicado por O Informador

Quando os eventos aparecem as pessoas continuam com os pensamentos de que têm de ir todas emproadas e com as suas melhores indumentárias para conseguirem estar bem apresentáveis e ainda serem o centro das atenções. O pior desses momentos é que muitos se esquecessem que o traje escolhido para o dito evento não vê a luz do sol há algum tempo e o cheiro a naftalina que tantas teimam em usar é insuportável.

A roupa saída do baú onde o cheiro é insuportável é desagradável e ponto! Primeiro porque geralmente esse tipo de vestuário já é antigo e não usado nos dias que correm! Em segundo porque os cheiros que tanto adoram colocar dentro dos móveis para proteger de traças e seus primos não ajudam à festa! Em terceiro, será que o ser que se sente bem vestido não percebe o desagrado que o seu lindo conjunto espalha para si e perante os outros?

Ronco noturno

02.07.15Publicado por O Informador

Estaciona-se o carro perto de casa, percorre-se um pouco de rua até chegar ao portão e ouve-se a meio do percurso aquele barulho ronco que vem de algum lado. Rapidamente se percebe que mesmo com o calor todas as janelas da rua estão fechadas mas mesmo assim o som noturno de alguém que dorme consegue chegar junto dos ouvidos de quem passa.

Sério! Fiquei a pensar naquele momento pelos minutos seguintes mesmo quando já estava em casa e deitado a ler! Agora mesmo voltei a lembrar-me de tal momento sonoro porque acabei por perceber que o comboio buzinador é tão rotineiro que já o tinha ouvido anteriormente. 

Só um apontamento... Já chove!

01.07.15Publicado por O Informador

Está a chover!

Para quem me rogou pragas e me disse que iria apanhar mau tempo nas minhas férias que terminam hoje está aqui que desta vez voltei a escapar ao que tanto queriam... Hoje sim está a chover e quem for agora de férias e invejou as minhas terá o que sempre quis... Chuva para todos os gostos!

Ahahah! Sou tão mau!

A pedido de muitas famílias...

01.07.15Publicado por O Informador

Eis que depois da publicação do texto em que revelei que tinha andado a arrumar as prateleiras literárias aqui de casa surgiram várias famílias com os pedidos para que publicasse fotos sobre as ditas arrumações. Como não posso deixar passar os pedidos dos blogs deste charco inundado de sapos, eis que aqui estão...

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Livros arrumados

01.07.15Publicado por O Informador

Umas boas semanas depois de ter começado a pensar que teria de arrumar as estantes dos livros para os dividir melhor por causa do peso e também para juntar editoras, autores e estilos, eis que chegou o dia em que lá ganhei coragem para arranjar espaços extra pelo quarto com a finalidade de espalhar os livros por mais prateleiras.

Neste momento conto com seis prateleiras cheias de ponta a ponta, e o cima dos móveis também já com várias pilhas com os livros lançados pelas editoras que mais li até agora. Este quarto neste momento tem livros por todos os lados, alinhados como tanto queria e sem correr o risco de que um dia destes possam cair e causar danos maiores ao que estivesse por baixo. Prateleiras literárias arrumadas e despachadas!

O Passado É Um País Estrangeiro

01.07.15Publicado por O Informador

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Autor: Ali Smith

Ano: Novembro de 2013

Editora: Quetzal

Número de páginas: 288 páginas

Classificação: 2 em 5

 

Opinião:

Prometia mais do que conseguiu fazer! Sendo considerado por muitos como um dos melhores livros de 2011, O Passado É Um País Estrangeiro começa bem mas rapidamente perde todo o envolvimento sentido pelas primeiras impressões.

Com uma escrita eficaz onde o uso de trocadilhos, jogos de palavras e bastante humor é rotineiro, Ali Smith consegue baralhar tanto a sua história que após ter lido um terço desta sua obra fiquei completamente baralhado. Tentei ainda voltar atrás na trama para tentar perceber onde me tinha perdido só que não consegui voltar a apanhar o que se estava a passar, ficando ausente de tudo o que foi contado daí para a frente até praticamente ao final. Só mesmo no fim, sabe-se lá como, consegui perceber partes do que se tinha passado ao longo de tudo o que foi sendo contado e sobre o qual nada consegui absorver.

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