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O Informador

Pensamentos que podem ser de qualquer um!

31
Mai17

Boneca de Luxo [Truman Capote]


O Informador

boneca de luxo.jpg

Autor: Truman Capote

Editora: Dom Quixote

Edição: 1ª Edição

Lançamento: Junho de 2009

Páginas: 120

ISBN: 978-972-20-3132-5

Classificação: 4 em 5

 

Sinopse: Holly Golighly é mais do que uma boneca de luxo. Deslumbrante, espirituosa e ternamente vulnerável, inquietando as vidas dos que com ela se cruzam, é retratada por Truman Capote em Breakfast at Tiffany’s (Boneca de Luxo), um romance tocante e singelo sobre a amizade, que constitui uma autêntica história de sedução. 

Verdadeiro clássico da literatura americana contemporânea, nele se inspirou Blake Edwards para o filme homónimo protagonizado por Audrey Hepburn.

 

Opinião: Boneca de Luxo é um dos clássicos mundiais da autoria de Truman Capote que através da facilidade que conta a história conquista o leitor que se vê confrontado com a vida de Holly logo a partir das primeiras páginas, sem querer parar de saber o que terá acontecido a esta jovem mulher que vê desfilar todas as oportunidades para ficar bem na vida, mas é como acompanhante que consegue viver. 

Através de um narrador que vive no mesmo edifício de Holly e que a mesma batiza por Fred, o nome do seu irmão, vamos conhecendo o dia-a-dia desta jovem solitária, de horários trocados, dona de um certo mistério e detentora de uma sensualidade única. O que fará Holly para ter hábitos de vida diferentes dos restantes residentes do prédio onde habita em Nova Iorque? Aos poucos o leitor é convidado a conhecer os encontros ocasionais de Holly com o seu vizinho Fred que vai ganhando espaço e lugar na vida desta figura noturna que parece ter na solidão uma arma forte contra os que a rodeiam. 

Escrito nos finais de 1950, Boneca de Luxo retrata de forma perspicaz o sonho de jovens de todos os tempos em alcançar a fama e o êxito, mesmo que se comentam erros e se caia em perigosas mentiras que mudam uma vida. Incentivada por um agente de Hollywood para brilhar como atriz, Holly parte de um meio pequeno para a grande cidade com a finalidade de encontrar oportunidades para que aos poucos o seu nome se torne conhecido, só que o interesse pela vida e dinheiro fáceis tornam-se bem mais atraentes, o que aliado à sua beleza e juventude atrai os homens poderosos e influentes, só que nem tudo corre da maneira que a jovem deseja. 

30
Mai17

Maria João Costa em entrevista n' O Informador


O Informador

À Conversa com... Maria João Costa.png

O espaço À Conversa com... teve há uns meses uns especiais a serem publicados aqui pelo blog, mas agora, e talvez porque o Verão faz destas coisas, eis que o espaço está de regresso e com uma publicação regular ao longo dos próximos tempos. A primeira entrevistada será Maria João Costa, autora de Ouro Verde, a quem agradeço desde já pela simpatia e disponibilidade que apresentou desde logo para falar comigo e não ter receio de enfrentar uma longa entrevista de um blogger. 

Próxima Sexta-feira de manhã, o À Conversa com... Maria João Costa será publicado e é favor partilhar por tudo o que é rede social porque desde já vos digo que estou orgulhoso de conhecer um pouco mais esta autora que com o seu primeiro trabalho televisivo alcançou o sucesso! Ouro Verde e muito mais como destaque numa entrevista cativante, sincera e reveladora!

30
Mai17

20|20 Editora na Feira do Livro de Lisboa


O Informador

eu amo livros.png

As novidades para a 87ª edição da Feira do Livro de Lisboa não param de surgir e acabaram de chegar as últimas notícias do grupo 20|20 Editora e sabem o que vos digo desde já? Paula Hawkins, autora de A Rapariga no Comboio e de Escrito na Água está de presença marcada pelo evento nos dias 10 e 11 de Junho. 

Este ano o grupo que reúne as editoras Booksmile, Elsinore, Nascente, Topseller e Vogais irá contar com doze pavilhões, três palcos e vários motivos de atração entre os dias 1 e 18 de Junho pelo recinto da Feira do Livro. Fazendo a evolução de um pavilhão em 2010 até aos doze em 2017, quem passar pelo espaço da 20|20 Editora não irá ficar indiferente à variedade de livros apresentados, tal como às diversas atividades, atrações e experiências que irão ocorrer ao longo dos dias. De sessões de autógrafos com autores nacionais e internacionais, a workshops, showcookings e conversas com vários dos nomes que publicam as suas obras através das diversas editoras do grupo, muita coisa está prevista acontecer. 

Paula_Hawkins.jpg

O nome mais sonante que estará à disposição para conversar com os seus fãs será Paula Hawkins. O ano passado a expetativa estava elevada mas a autora não conseguiu visitar Portugal na altura do certame, mas desta vez a sua presença está confirmadissima no espaço da 20|20 Editora, fazendo com que nos dia 10 das 15h00 às 18h00 e 11 das 14h30 às 16h00 a Feira receba uma das autoras que mais vende no Mundo atualmente. A Rapariga no Comboio já vendeu mais de vinte milhões de exemplares e os números continuam a crescer agora na companhia de Escrito na Água que mal foi lançado entrou diretamente para o primeiro lugar dos tops de vendas mundiais. 

Para além de Paula Hawkins são vários os nomes das cinco editoras do grupo a marcarem presença na Feira do Livro, como é o caso de Paulo Moura, António Marujo, Nuno Tiago Pinto, Maria João Viana, Cristina Leal, Filipa Veiga, Paula Raposo Esteves, Maria da Luz Rodrigues, Marisa Valadas, Carina Barbosa, João Magalhães, Paula Beirão Valente, Nelson Nunes, Maria João Fialho Gouveia, Sofia Rito, Sofia Loureiro, Juliana de’Carli, Magda Roma, Ana. R. Bravo, Maria Antónia Peças, Susana Alves e Carolina Santo. 

29
Mai17

O primeiro dia!


O Informador

O antigo emprego já lá vai, o desemprego já foi e hoje iniciei uma nova etapa profissional. Não estava nervoso mas sim um pouco ansioso com o que me esperava, no entanto o primeiro dia correu tão bem que acho que superei as minhas próprias expetativas.

Primeiramente senti-me em casa logo ao primeiro dia, sei que nenhum emprego é um mar de rosas e que ninguém é perfeito, mas que talvez na anterior empresa não tivesse sido tão bom a receber os novos colegas como me receberam a mim agora. Sempre tentei mostrar os cantos à casa e fazer com que todos se sentissem bem, mas agora que sou eu o novato da equipa senti-me como se já os conhece à mais tempo, não existindo qualquer tipo de constrangimentos de fazer conversa e de ligação com os novos companheiros de jornada que estão prontos a receber, apoiar e tirar qualquer dúvida.

No que toca ao trabalho e nesta fase inicial talvez tenha pensado que tudo seria mais complicado de ser feito, mas o tempo faz maravilhas e com o primeiro dia percebi que mais uma vez será o hábito a fazer o profissional que está disposto a aprender tudo o que existir para adquirir a partir de agora. Passo a passo tudo foi explicado, comecei a tentar fazer sozinho e já consegui chegar a bom porto nos primeiros processos em mãos, os mais fáceis por sinal, agora será dar continuidade e não perder o comboio, tendo ainda de pegar nas carruagens que foram deixadas para trás por alguém. Tudo se fará com ajudas até estar minimamente dentro do esquema da situação para depois sim conseguir enfrentar o peso a solo. 

29
Mai17

O que é um blog de sucesso?!


O Informador

Ao longo da leitura de Ser Blogger, da autoria de Carolina Afonso e Sandra Alvarez, fui percebendo que vários dos blogs «de sucesso», que servem de exemplo ao longo deste bom guia explicativo, podem ser conhecidos mas pelos dados revelados em alguns dos casos acabei por constatar que ser um blogger de sucesso é ter menos visualizações que eu e mesmo em alguns casos um menor número de seguidores pelas redes sociais. 

Existe um caso partilhado pelo livro em que no total do mês o blog consegue ter as mesmas visualizações que o meu num só dia bom ou em três dias normais, tendo o mesmo estilo de público alvo que eu, entre os 24 e os 35 anos de idade e uma percentagem maior de mulheres a visitarem que homens. Existe uma diferença de visitantes e visualizações abismal entre os valores daquele exemplo de blog e do meu caso, mas se um é de sucesso sem números, O Informador não o é, pelo menos segundo o meu ponto de vista, mesmo tendo um maior volume de visitantes. A análise foi feita recorrendo a vários bloggers nacionais, mas se uns são conhecidos e com um grande número de visualizações, existem os que aparecem e que são somente conhecidos dentro do «nicho» do tema que abordam, tendo bem menos pessoas a passarem diariamente pelo espaço online.

Ter um blog de sucesso é sempre uma questão de pensamento da pessoa! Para mim o meu não é de sucesso, é um blog que tem crescido com dedicação mas que ainda está longe do sucesso. Existe depois quem olhe para o seu projeto e o considere cheio de trunfos e estrelas mas poucos são os que por lá passam. 

28
Mai17

Todos os Dias Morrem Deuses [António Tavares]


O Informador

todos os dias morrem deuses.jpg

Autor: António Tavares

Editora: D. Quixote

Lançamento: Abril de 2017

Edição: 1ª Edição

Páginas: 176

ISBN: 978-972-20-6247-3

Classificação: 2 em 5

 

Sinopse: 1953. Este é um ano rico em acontecimentos: Eisenhower é eleito Presidente dos EUA, Churchill ganha o Prémio Nobel da Literatura, os Rosenberg são acusados de espionagem e executados, Tito torna-se o timoneiro da Jugoslávia… 

E, porém, os factos que atraem o protagonista deste romance - um jovem jornalista sem dinheiro que deambula por uma Lisboa de cafés e águas-furtadas - são claramente delicados em tempo de censura, pois prendem-se com as múltiplas conspirações que rodeiam a morte e a sucessão de Estaline na União Soviética. 

Não só é preciso que escreva com pinças para fintar o regime, como a informação que lhe chega de fora é escassa e contraditória, obrigando-o a dar largas à sua imaginação…

Muitos anos depois, de regresso à aldeia onde nasceu e a que o liga a memória da mãe, sente o rasto da velhice na metáfora de uma fogueira que vai consumindo o que ainda lhe sobra desse passado e relembra as mulheres que o marcaram e os deuses que ajudou a criar na sua prosa diária.

 

Opinião: Decorre o ano de 1953 e encontramos-nos em Lisboa, na vida de um jovem jornalista responsável pela área internacional de um jornal nacional. Os acontecimentos do Mundo que marcaram a História daí em diante têm de ser relatados, nem sempre como acontecem, mas sim como convém, tendo o cuidado com o controlo da época, tal como com a criação floreada por vezes de certos temas que não chegavam com grandes bases a Portugal para serem noticiados à sociedade. Era necessário criar história dentro do que era possível fazer, nem que para isso se inventasse um pouco com o que acontecia do outro lado do planeta e que estava bem distante para se confrontar a notícia com a verdade dos factos. 

A premissa de Todos os Dias Morrem Deus é boa, no entanto não a vi com um bom desenvolvimento, tendo os factos históricos desfilados muito rapidamente e sem grande pormenorização, sendo feito algo corrido sem conseguir dar destaque à História como devia ter acontecido. O leitor fica com aquela ideia que, sim isto aconteceu, ok, talvez se fique com a noção que já se devia ter, mas não se levam os acontecimentos mais além, para as repercussões, por exemplo, que uma decisão levou junto da população. 

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